sábado, 4 de julho de 2020

XIV DOMINGO COMUM A - A partir da Palavra


XIV TC
«Eu Te bendigo, ó Pai, 
Senhor do céu e da terra…» - Ano A


Neste exato momento, Deus sussurra no meu coração um canto de Amor.

Sou um Ser único e o Pai aguarda, carinhosamente, que eu O encontre no meu peito.
O Senhor do Céu e da Terra abandona-se em mim, para que eu me abra por inteiro a Ele.
Hoje, é o meu momento de revelar à humanidade inteira que O Senhor vem até nós.
Mas, não o farei com palavras… fá-lo-ei com a minha vida… de Alma e coração! Com Alegria…

 

Deus é o meu humilde Rei e o Senhor que me salva,
mesmo quando me afasto do caminho que me propôs.
A Sua Palavra promove obras de bondade na minha vida,
especialmente, quando vacilo e fico oprimido pelo mundo.
O meu corpo tem alegria, tem esperança, tem movimento,
tem vida, tem o Seu Santo Espírito,
até quando a minha Fé na Ressurreição do Cristo Jesus estremece.

 

Hoje, 14º domingo do Tempo Comum, do Ano A,
S. Mateus recorda a oração que o Messias fez ao Pai:
«Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado.»
É também do agrado de Deus que O Cristo venha ao encontro da humanidade
para revelar o Seu rosto.
Poucos são os que entendem que o Pai envia o Filho para que tu e eu,
que andamos «cansados e oprimidos», respiremos de alívio…
Esta terna oração de Jesus é muito mais do que um louvor a Deus Pai…
Jesus pede de uma forma amorosa e compassiva, a cada um de nós:
«Vinde a Mim… Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim…»

 

Como quero, meu Deus e Senhor, aprender com o Teu filho!
A mansidão do Cristo que me faz pequenino e a humildade que me faz crescer,
são traços que esboço no meu autorretrato.
Dá-me, Senhor, a capacidade de aceitar a leveza da minha carga…
Aumenta a minha serenidade com a suavidade do meu jugo!
Que eu saiba, para todo o sempre, bendizer-Te, Senhor…

 

Hoje, vou até Ti, Jesus… sinto a Tua presença em mim… e a revelação faz-se!
Vou ao encontro daqueles que, como eu, perderam a inocência da infância,
e esquecem-se que habitas neles…
Ao encontrar olhos tristes e sem vida,
irei apenas sussurrar esta oração:
“Exulta de alegria! O Senhor vem ao teu encontro!”


Liliana Dinis

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