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INFORMAÇÕES PAROQUIAIS - Retoma de celebrações e acções suspensas

RETOMAMOS O NOSSO CAMINHO COM A NORMALIDADE POSSÍVEL «Nesta hora de ação de graças a Deus, queremos também exprimir o nosso reconhecimento a...

sábado, 12 de maio de 2018

DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAL - 13 MAIO 2018


DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
Na mensagem que escreveu para o Dia Mundial das Comunicações Sociais – que se celebra neste Domingo da Ascensão (13 de maio) –, sob o tema ‘«A verdade vos tornará livres» (Jo 8, 32). Fake news e jornalismo de paz’, o Papa Francisco refere “a dificuldade” que há em desvendar e erradicar as ‘fake news’, ou notícias falsas, “devida também ao facto de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogéneos e impermeáveis a perspectivas e opiniões diferentes”. Explica Francisco que “esta lógica de desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação, corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas”. “O drama da desinformação – sublinha – é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade”.
Este Domingo inicia, também, a Semana da Vida e quis a Conferência Episcopal Portuguesa, através da Comissão Episcopal Laicado e Família, que esta semana fosse dedicada a um tema tão premente e que não vemos devidamente tratado quer na opinião pública quer na comunicação social: ‘Eutanásia, o que está em jogo?’.
Para ajudar a esclarecer esta questão, a Conferência Episcopal publicou um folheto que está a ser distribuído em todo o país e que, sobretudo, pretende sublinhar que, “com a eutanásia e o suicídio assistido, não se elimina o sofrimento, elimina-se a vida da pessoa que sofre. Tal como não se elimina a pobreza eliminando a vida dos pobres”. Com todo o respeito por quem sofre, é preciso ajudar a perceber que “a morte provocada não é resposta para o sofrimento. O recurso à eutanásia e ao suicídio assistido é uma forma de desistir de combater e aliviar o sofrimento”. Por outro lado, “com a legalização da eutanásia e do suicídio assistido, o Estado afirma que a vida de pessoas doentes e em sofrimento já não merece proteção, não é digna de ser vivida. E isso não é aceitável”, manifesta o folheto. Em resposta àqueles que poderão pensar naquilo que já não podem, ou não conseguem, fazer pela sua fragilidade, é preciso tomar consciência de que “a dignidade de uma pessoa não se mede pela sua utilidade para a sociedade, nem diminui com o sofrimento ou a proximidade da morte. A dignidade da vida humana não depende de circunstâncias externas e nunca se perde. A vida não pode ser concebida como um objeto de uso privado. Não está de forma incondicional à disposição do seu proprietário para a usar ou a deitar fora de acordo com o seu estado de espirito ou determinada circunstância. Ninguém vive para si mesmo, como também ninguém morre para si próprio. A vida tem uma referência social associada ao amor, à responsabilidade, à interdependência e ao bem comum”. Por isso, recordemo-nos: Todos temos que defender a vida humana! Porque a Vida não é ‘fake news’.
 P. Nuno Rosário Fernandes

ASCENSÃO DO SENHOR

A Ascensão de Jesus ao profundo da minha existência
Com a Ascensão (Marcos 16, 15-20) Jesus não vai para outro lugar ou para o alto, mas segue em frente e acende a sua sarça nos cantos de cada estrada. Sobe o Senhor, não ao ventre dos céus, mas ao profundo da minha existência, mais íntimo a mim do que eu próprio (cf. Santo Agostinho).
«A Ascensão não é um percurso cósmico, mas a navegação do coração que te conduz do fechamento em ti ao amor que abraça o universo» (Bento XVI). A esta navegação do coração Jesus chama um grupinho de homens amedrontados e confusos, um núcleo de mulheres corajosas e fiéis, e confia-lhes o mundo.
Impele-os a pensar em grande e a olhar longe: o mundo é vosso. E fá-lo porque acredita neles, apesar de terem entendido pouco, apesar de terem traído e renegado, e muitos ainda duvidam.
E quanta alegria me dá sentir que confia em mim, nestas minhas mãos, neste meu coração, mais do que eu confio em mim próprio; sabe que também eu posso contagiar de céu e de natividades quem me é confiado.
Mas será tudo isto realmente possível? É-o, a acreditar no versículo conclusivo: eles partiram e pregaram em todo o lado, enquanto que o Senhor agia juntamente com eles.
Verbo extraordinário, que chega também até mim, aqui e agora: o Senhor agia em sinergia com eles, inseparáveis a sua energia e a do Senhor, uma só força, uma só linfa, uma só vida. Nunca sós. Última definição de Jesus: energia que opera contigo para a vida.
Jesus que nunca se cansa de dar vida a toda a criatura, em todo o lugar da Terra, que não te deixa: está contigo em todos os teus gestos de bondade, quando ofereces uma palavra fresca e viva, quanto constróis a paz.
Nas tuas mãos, as suas mãos; Ele o Amor em cada amor; terra profunda das tuas raízes, céu do teu céu. Existir é coexistir, em sinergia com Cristo e para os outros.
Os apóstolos impuseram as mãos aos doentes e estes ficaram curados. Impõe, põe as tuas mãos sobre alguém, como uma carícia, como um gesto de cura, com a arte da proximidade.
Não se pode sequer começar a falar de moral, de ética, de Evangelho, se não se experimenta um sentimento de cura por alguma coisa ou por alguém.
O leproso de Assis começa a curar quando Francisco o abraça; regressa homem quando é acolhido como é, ainda doente; regressa plenamente homem quando Francisco lhe impõe não só as mãos, mas o abraço, o corpo a corpo.
Se te aproximas de quem sofre e tocas, com mãos e olhos que acariciam, essa carne em que arde a dor, poderás sentir uma divina sinergia, sentir que «Deus salva, e fá-lo através das pessoas» (R. Guardini).




segunda-feira, 7 de maio de 2018

CRISMA INTERPAROQUIAL

Este domingo, dia 5 de Maio de 2018, 'escreveu-se' mais uma página da história vivida das comunidades cristãs de Alvados, Mira de Aire e São Bento. O Crisma de alguns jovens e adultos envolveu e deu 'aso' (oportunidade) à alegria - porque é ela que deve presidir à vida de cada um - partilhada, primeiro com uma 'bela' celebração na Igreja paroquial de São Bento, e depois na confraternização convivial com as famílias e amigos. Uns de uma maneira outros de outros, cada família celebrou a seu modo este feliz acontecimento. Aos jovens e adultos que foram 'agraciados' com este DOM de Deus uma 'salva de palmas', batidas com o coração, para que dêem bons 'frutos' dos 'dons' que receberam.
Tudo começou há muito tempo atrás, mas tudo se intensificou neste ano com algumas catequeses de formação - mais ou menos específica - para a recepção deste sacramento.
E tudo se acelerou com um dia de reflexão e 'renovação da graça de Deus', com o apoio dos jovens da Juventude Monfortina (JM) vindos da paróquia da Póvoa de Santo Adrião, que com a sua 'arte e testemunho de fé' deram um sinal mais, na proximidade a este dia.
No Sábado, dia 4, à noitinha, tudo ficou pronto com uma singela e simbólica Vigília, que valorizou os sinais e o sentido mais profundo desta graça espiritual.
A preparação e a prontidão para o acolhimento deste DOM dependeu - sempre e acima de tudo - do coração de cada crismando, mas aparentemente e exteriormente, todos os envolvidos (incluindo pais, catequistas, padrinhos...) ficaram visivelmente agradados e felizes.
Este feliz acontecimento é mais uma das tantas provas evidentes (e visíveis) da doação 'gratuita' - tantas vezes esforçada, porque exigente - dos que acompanharam estes jovens (e adultos) até esta etapa e de como uma celebração pode ser uma feliz 'festa', que também foi agraciada com o contributo de alguns colaboradores 'silenciosos' que, na penumbra, foram decisivos para a alegria vivida. Com a agradável participação de quem cantou (depois de terem preparado 'minuciosamente' os cânticos) e dos dedicados 'acólitos' (interparoquiais)...viveu-se mais um acontecimento para a 'memória' viva das comunidades cristãs destas paróquias.

(há por aí muitas 'provas' fotográficas, por isso me limito a incluir algumas parciais - poucas - que 'arrecadei' com os meus meios e a gentil colaboração de Foto Graça)


Os sacerdotes


O DIA DE REFLEXÃO E RETIRO
na Casa dos Padres Monfortinos, Fátima





Grupo Animador (JM)

O CRISMA
na Igreja Paroquial de São Bentp








domingo, 6 de maio de 2018

DIA DA MÃE

um dos dias

DE TODAS AS MÃES...
das felizes e da que vivem na melancolia
das reconhecidas e das sofredoras
das amadas e das ignoradas
das que vivem na alegria e as que vivem na tormenta da tristeza
das vivas na terra e das que contemplam no céu
das 'boas' e das menos'atentas'
das que entregam toda a sua vida e das que 'fraquejam'
das que esperam sempre e das vivem a desilusão
das que o são e das que o gostariam de ser...sem poder
das que agradecem e das que se esquecem
das 'exigentes' e das 'desleixadas'
das inquietas por 'amor' e pelas batidas pela apatia
das que nunca desistem de ser o que são e das que perderam o sentido da maternidade
das que amam a vida até ao fim e das que se perdem no caminho
das que se alimentam do amor dado e das que passam fome de amor!
das que confiam e das que perdem a esperança
das que ficam sempre presentes, sem medo, e das que se ausentam

um dos dias
DA MÃE DE TODAS AS MÃES!
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Eis um simplicíssimo reconhecimento filial

https://www.youtube.com/watch?v=RnVVBaRXZmE