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CAROS CRISTÃOS DAS PARÓQUIAS DE ALVADOS, MIRA DE AIRE E SÃO BENTO Reenviam-se as informações da Conferência Episcopal Portuguesa, acabadas d...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

JÁ BRILHA NATAL

Acerca do Natal, nestes dias veio à minha mente o seguinte: as luzes exteriores já brilham com abundância (e bem). Pululam por todo o lado. Mas são necessárias também luzes interiores, daquelas que não se vendo com exuberância, dão sentido e razão ao Natal. E essas- creio eu e graças a Deus - também vêem surgindo, talvez menos abundantes (exactamente talvez porque não se vêem com os olhos do rosto), mas vão aparecendo através de gestos e atitudes, não derrotistas (que tb por aí as há), mas cheias de carinho e ternura... Cada um à sua maneira, individualmente ou em grupo, ou até em comunidade, vai tendo a percepção do extraordinário evento que aconteceu há mais de 2000 anos e que continua a renovar-se em cada ano. Nestes dias tenho enxergado, através das várias celebrações, com idosos e crianças, com jovens e menos jovens, com as comunidades, também através de concertos musicais e representações alusivas ao Natal e a 'marca' indelével de Maria neste tempo, que Deus preparou para nós, tenho enxergado, dizia, um espécie de 'Natal aos pouquinhos'. Isto é, há gestos e sinais que antecipam o acontecimento e isso faz-nos (faz-me) sentir que é sempre Natal. Eu não sou muito apologista da expressão 'Natal é quando um homem quiser' - porque pode parecer que eliminamos o Deus que quis fazer Natal e parece que só nós é que contamos - mas, de certo modo, é sempre Natal quando há um sorriso inesperado, uma palavra de conforto (mas sentida e verdadeira, não daquelas que são ditas para daí a pouco serem desditas com outras agressivas e 'malditas'), um gesto meio atrapalhado de carinho, uma surpresa de quem te diz assim: 'ó sr. padre, o que mais gosto de fazer é rezar o terço, mesmo no meio do barulho que os outros fazem' (e eu hoje já ouvi isso). Natal é também ouvir 'artistas' com idade média de 85 anos (ou mais) a cantar com alegria (e eu hoje testemunhei isso): Passo-vos em, anexo, uma pequena prova. Seria bom que nas famílias e entre os que se dizem 'amigos' isso acontecesse. Então sim, é Natal. Mas isto, a meu ver, só é possível (como tb foi hoje) após a 'recuperação' daquela paz interior que só Deus pode dar através da alegria do perdão. E agradecer, porque o que nos faz bem agradece-se e é então aí que se faz festa e alegria, como o Pai que acolheu o seu filho e mandou preparar o melhor que tinha para 'eternizar' uma alegria que tinha sido perdida e agora reencontrada.











domingo, 11 de dezembro de 2016

ECOS DE UMA SERENATA À MÃE DE DEUS

10 de Dezembro 2016
IGREJA DE MIRA DE AIRE

Casa cheia, para escutar a voz do nosso amigo José António e os seus companheiros, cantando à Mãe de Deus, tendo como pano de fundo a Mensagem de Fátima e o Papa João Paulo II. Uma bela noite, uma bela mensagem - e até poderíamos dizer - um belo tempo de 'oração'! Com a ajuda bonita e preciosa dos 3 pequenitos da catequese da Mira de Aire - que representaram admiravelmente e com alegria os três pastorinhos -  e a jovem Marta - que ofereceu a sua presença para representar muito bem a Mãe de Jesus. Com a colaboração competente e muito amiga de alguns leigos (e o Vitor) da paróquia da Póvoa de Santo Adrião. Com o admirável trabalho, competentíssimo e paciente, dos 'técnicos', o Manel e o Carlos. Com a participação dum 'publico' muito atento e que, segundo me pareceu, ficou muito feliz por iniciativa em tempo de Advento. 
Com todos estes e outros pormenores importantes, como foi a participação massiva (um pouco surpreendente e por isso mais significante) duma boa parte dos Q'76... viveu-se um interessante acontecimento. 
Creio que quem teve a força para sair de casa e quem pode estar presente, ficou mais 'rico' na sua fé, aprendeu de um modo muito interessante o sentido dos mistérios do rosários e certamente vivenciou interiormente esta dimensão mariana, tão própria da comunidade religiosa que preside a estas paróquias - os monfortinos, aos quais também pertence o José António, que cantou - e a cada um de nós, que temos um pouco do coração 'agarrado' ao coração de Maria.
Eis um pequeno apontamento fotográfico.